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Consciência no mercado de trabalho

Semana passada foi comemorado o dia da consciência negra, mas afinal, o que isso significa?


Apesar de ser muito bom poder tirar um tempo para descansar ou viajar, o intuito desse feriado é refletir sobre a dívida histórica entre brancos e negros e mais a fundo, como são tratados hoje, os negros da nossa sociedade.



Acima de tudo esse texto preza pela igualdade entre raças, pois consideramos que todos são iguais independentes de suas origens, mas infelizmente essa não é a visão de toda a sociedade. Assim, vamos falar sobre a parcela de pessoas negras que estão atuando no mercado de trabalho.


Empregos

Segundo os dados do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) pelo Sistema PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), os negros eram maioria na População Economicamente Ativa – PEA, nas regiões analisadas: Fortaleza (83,0%), Recife (77,7%) e Salvador (92,4%). Em São Paulo eram 38,4%, e, em Porto Alegre, ficava em apenas 13,3%. Apesar desse número expressivo, independentemente do peso relativo da população negra, a proporção de negros desempregados é sempre superior a de negros ocupados.



Desempregos

Uma pesquisa feita pelo IBGE em 2017 constatou que cerca de 67% dos desempregados eram negros ou pardos, ou seja, 8,3 de 13 milhões de desempregados.

Apesar da maior parte da população brasileira ser nega ou parda, é perceptível que ainda existe uma desigualdade não só social, mas na preferência no mercado de trabalho.

Alguns fatores que levam à isso começa nas famílias, muitas delas sem condições de proporcionar estudos aos filhos. Mesmo após 100 anos de libertação da escravidão e a miscigenação das raças, ainda encontramos no Brasil, uma vantagem de brancos em relação aos negros.


A estimativa é que negros ganhem cerca de R$1.200,00 a menos que brancos.


Subempregos

Uma pesquisa feita pelo G1, utilizando dados do MTE, que colhe informações das companhia, onde dos 46 milhões de empregados com carteira assinada, 34 milhões declarava raça/cor e dentre eles, 19, 4 milhões se declaravam branco, 14,1 milhões negros, 274 mil amarelos e 275 mil indígenas.

Empregos como engenheiros, professores, projetistas, comissários e pilotos, predominam em quase 90% pessoas de cor branca. Já empregos rurais, telemarketing, sinaleiro, examinador de cabos e linhas telefônicas e agentes de higiene, os negros predominam numa média de 77%.

A maioria dos empregos ocupados por negros não exigem muitas qualificações, e consequentemente, salários baixos.



Infelizmente é uma triste realidade, que apesar de estar mudando e aumentando as oportunidades para pessoas negras e pardas, o processo tem sido lento e para uma pequena parcela. Por isso é importante que as empresas acima de tudo não tenham preconceito, e em segundo lugar, que a sociedade e políticos colaborem para uma educação de qualidade e igualitária entre as classes sociais para que todos possam estar perto de ter as mesmas oportunidades para mudarmos nosso cenário atual.

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